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Aprimorando os processos de gestão: conte boas histórias e engaje sua equipe!

4 de fevereiro de 2019 / Por

O que seria do mundo corporativo sem os processos de gestão? Eles ajudam a entender melhor os colaboradores e administrar a empresa com a menor taxa de erros possível. No entanto, existem problemas que precisam de mais do que melhorias nos processos de gestão para serem resolvidos: falta de engajamento e motivação da equipe são apenas algumas das dificuldades que tiram o sono de boa parte dos gestores e líderes.  

O que geralmente poucos líderes sabem é o que causa essa falta de motivação geral. E o problema não para por aí: é preciso descobrir também como começa esse sentimento, que se espalha tão facilmente no ambiente profissional e pode ser muito prejudicial no presente e no futuro. Para entender tudo isso e encontrar um bom caminho a seguir, vamos por partes.

Antes de investir na melhoria dos processos de gestão, você sabe como identificar a falta de engajamento da equipe?

Existe algum mistério na hora de identificar colaboradores engajados? Não! Pelo contrário, eles são facilmente identificáveis. Como? Basta notar se seus funcionários se mostram motivados para trabalhar na empresa. Além disso, profissionais engajados veem sentido nas tarefas que realizam, identificam-se com a cultura organizacional e costumam ser apaixonados pelo que fazem.

As características acima não representam os seus colaboradores? Ops, então talvez você tenha um problema bem sério e urgente para resolver. Na maioria das vezes, as razões para a falta de engajamento da equipe são:

  • Lideranças despreparadas;
  • Estagnação e falta de plano de carreira;
  • Falta de estímulo a novas lideranças;
  • Comunicação interna ineficiente;
  • Desconexão entre funcionários e gestores.

Processos de gestão: quais as principais consequências da falta de engajamento dos colaboradores?

Você já ouviu aquele ditado “quem ama cuida”? É exatamente o contrário disso que acontece com funcionários desmotivados. Claro, a consequência mais comum desse mal corporativo é a baixa na produtividade e uma redução da performance – tanto individual quanto coletiva.

Além disso, pode-se criar um sentimento geral de descrença na empresa como um todo (sua cultura, seus gestores, sua trajetória…), as tarefas deixam de ter sentido, os erros começam a virar rotina, a rotatividade aumenta, tudo vira uma grande perda de tempo e o excesso de retrabalho se transforma em um fantasma.  

Mas ainda não chegamos no pior: a falta de engajamento também pode estimular o chamado colaborador “ativamente desengajado”. Isso quer dizer que além do funcionário não conseguir dar conta das suas demandas, ele também irá boicotar a empresa, fazer de tudo para que as operações não deem certo e até mesmo influenciar os colegas.

E lá se vai o capital humano…

Como prevenir a falta de engajamento com bons processos de gestão de pessoas?

Se você é um líder ou coordenador, sabe que a gestão de pessoas é uma atividade essencial para que a empresa alcance seus objetivos gerais e específicos. Você também deve saber que apenas com bons processos de gestão de pessoas a empresa consegue atingir sua missão de forma satisfatória, equilibrar as expectativas da empresa e dos colaboradores, aumentar o engajamento e estimular a produtividade. Mas a dúvida é: qual é o melhor processo de gestão de pessoas para aplicar na empresa e ver esses resultados no dia a dia?

Você já ouviu falar em gamificação e storytelling para engajar colaboradores? Não? Pois saiba que ambos são grandes tendências no que se refere a processos de gestão para 2019. A gamificação, basicamente, propõe o uso de jogos, atividades e interações lúdicas para estimular o envolvimento, engajamento e melhor aprendizado dos colaboradores.

O grande objetivo da gamificação é cativar os usuários do game – nesse caso, os colaboradores – por meio de um sistema de recompensas (que, como sabemos, é um dos principais meios para manter a ordem numa sociedade: os mecanismos de punição e recompensa). Não precisamos nem falar que isso gera muito mais estímulo, não é? Esse sistema de recompensas está ligado ao crescimento do próprio profissional na empresa, o qual acaba se tornando muito mais visível e mensurável.

Já o storytelling nada mais é do que uma forma prática de realizar a gamificação. E é aqui que entra o ato de contar boas histórias como o combustível dos processos de gestão. A fórmula para um bom storytelling não existe, mas alguns detalhes são imprescindíveis:

  • Comece com um bom elemento de conflito – faça seus colaboradores acreditarem na história que estão, de fato, vivenciando;
  • Certifique-se que a tensão criada vá manter o interesse do público;
  • Não esqueça de direcionar a história para os interesses da sua empresa.

Boas histórias causam um impacto positivo nos nossos cérebros

E não somos apenas nós, do Scopi, que acreditamos na metodologia das boas histórias. A Universidade de Harvard também. De acordo com a revista online publicada pela universidade, boas histórias têm a capacidade de mudar a atividade do nosso cérebro.

Esse fato é explorado pelas técnicas de gamificação, já que, além do bem-estar cerebral que as histórias nos causam, também há a cultura da participação nos resultados e políticas de recompensa. Assim, qualquer colaborador se sentirá duplamente valorizado.

Ainda tem dúvidas sobre como utilizar o storytelling nas empresas? Aposte no que seus funcionários amam! Que tal se inspirar em traços da cultura pop? Por que não fazer com que seus funcionários levantem da cadeira por um dia, formem equipes e comecem a buscar as Metas Fantásticas e Onde Habitam? A recompensa pode ser a chance de liderar o próximo projeto da empresa – ou o que você, gestor, quiser e achar que se encaixa melhor com a realidade da empreitada.

Como o controle dos processos de gestão ajuda no engajamento da equipe?

Claro, de nada adianta investir em processos de gamificação e não realizar o controle desses processos de gestão. Você pode estar pensando agora: “mas qual tipo de controle funciona melhor?” e nós respondemos: métodos de monitoramento contínuo – ou o já conhecido PDCA, que pode inclusive ser feito com o Scopi.

Do inglês (Plan, Do, Check, Act ou Adjust), o PDCA é um método interativo de gestão que utiliza os quatro passos citados para controlar e garantir a melhoria contínua dos processos da empresa. A ferramenta é baseada na repetição e deve ser aplicada sucessivamente sob os processos, buscando um avanço sem fim.

O melhor do PDCA é que ele pode ser aplicado em qualquer ramo da empresa – afinal, qualquer setor pode deixar seus processos mais ágeis e objetivos. No entanto, para que possamos fazer um monitoramento contínuo, é preciso que a organização tenha uma coisa: informação. E, o melhor: informação organizada.  

Isso acontece porque, nesse contexto, o planejamento, a padronização e a documentação são práticas indispensáveis para que seja possível captar medições de performance precisas. Gráficos de desempenho, organização de tarefas e indicadores serão os seus grande amigos nessa empreitada corporativa. Lembre-se: o planejamento estratégico só encontra a plenitude quando é analisado e acompanhado de forma correta.

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