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7 Ferramentas para estimular a inovação nas organizações

26 de maio de 2017 / Por

A inovação e a constante busca por aperfeiçoamento são pilares essenciais para o desenvolvimento sustentável de toda organização. Inovar é buscar o sucesso por meio de práticas e ideias ainda não exploradas. São muitas as ferramentas e metodologias que impulsionam a inovação e estimulam o processo criativo. Listamos, abaixo, 7 ferramentas para estimular a inovação nas organizações para você conhecer.

7 ferramentas para estimular a inovação nas organizações

7 ferramentas para estimular a inovação nas organizações

  1. Benchmarking

Método de comparação de produtos, processos e desempenho de uma organização com outra de referência.

  1. Brainstorming (Tempestade de Ideias)

Técnica grupal ou individual, na qual são realizados exercícios mentais com a finalidade de resolver problemas específicos, explorando a potencialidade criativa de um indivíduo ou de um grupo.

  1. Comunidades de Prática

Grupo de pessoas que se unem em torno de um mesmo tópico ou interesse. Essas pessoas trabalham juntas para achar meios de melhorar o que fazem, ou seja, na resolução de um problema na comunidade ou no aprendizado diário, por meio da interação regular.

  1. Design Thinking

Conjunto de métodos e processos para abordar problemas, relacionados à aquisição de informações, análise de conhecimento e propostas de solução, colocando as pessoas no centro do desenvolvimento, promovendo a criatividade para a geração da solução e a razão para analisar e adaptar as soluções.

  1. Prototipagem Acelerada

Métodos ou ferramentas que reduzem o time to market, custos de desenvolvimento, os riscos e as possibilidades de seus concorrentes.

  1. Radar de Inovação

Método desenvolvido pelos professores da Kellog Business School, abrange as diferentes dimensões do negócio, a intensidade da inovação e seu grau de dependência. As inovações ocorrem em diferentes partes do modelo de negócios de uma organização ou nele como um todo.

  1. Sistemas de Cocriação (ou Sistemas Colaborativos)

Processos que permitem que o usuário e outras partes interessadas participem da criação de novos produtos ou soluções.

Fonte: Fundação Nacional da Qualidade (FNQ)

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O Passo a Passo do Planejamento Estratégico

16 de maio de 2017 / Por

O Scopi, software de planejamento estratégico, tem agora um Passo a Passo do Planejamento Estratégico.

Ele serve para auxiliar na montagem e no monitoramento do seu planejamento.

Para quem tem a assinatura, basta entrar na seção “Ajuda” que lá encontrará o Passo a Passo do Planejamento Estratégico.

O usuário vai evoluindo e marcando o passo que foi executado, conforme a figura abaixo.

 

Passo a Passo do Planejamento Estratégico

 

O Scopi continua evoluindo cada vez mais e sua opinião é muito importante para nós!
É com base no feedback de vocês que avaliamos as novidades a serem implementadas.
Então, se tiver críticas, sugestões e até mesmo elogios, deixe um comentário logo abaixo.
Lembrando que caso você tenha alguma dúvida sobre o Scopi,  você pode entrar em contato com o nosso suporte via chat ou e-mail!

Artigos Introdutório

A Síndrome do Bombeiro

14 de março de 2017 / Por

síndrome do bombeiro

 

A Síndrome do Bombeiro na Gestão Estratégica

A Síndrome do Bombeiro atinge muitos gestores, que perdem muito tempo apagando incêndios, atividade de bombeiros.

Incêndios que se traduzem em problemas e tarefas que poderiam ser evitadas se houvesse um bom planejamento. Uma das consequências é que o gestor acaba sendo muito operacional e pouco estratégico.

 

Antes de começar nossa conversa, é bom salientar que honramos a profissão de bombeiro. Apenas recorremos a um jogo de linguagem, que cita o bombeiro, para ilustrar que mais vale prevenir do que remediar, como tantas vezes já ouvimos falar.

O próprio bombeiro prefere trabalhar na prevenção de um incêndio do que apagá-lo, porém quando pensamos no bombeiro, pensamos muito mais na sua atuação no combate ao incêndio.

 

E você, se identifica com a Síndrome do Bombeiro?

Você deve estar se perguntando: “Será que eu tenho a síndrome do bombeiro?

Vamos explicar!

A síndrome do bombeiro é quando você precisa se envolver na solução de problemas, que poderiam ter sido previstos na fase do planejamento. Como não houve planejamento, não houve também a previsão de problemas, que poderiam ter sido evitados.

Como prevalece a cultura de não planejar, a própria solução para o problema que surgiu pela falta de planejamento é tratada sem um planejamento, fazendo com que um novo problema surja.

Na tentativa de resolver um problema, se cria outros. Até que a solução final seja encontrada, muitas tentativas serão realizadas, gerando desperdício de recursos humanos e financeiros, fora a perda de oportunidades.

A maioria dos contratempos que acontecem, existem pela ausência de uma visão e atitude mais estratégica. O planejamento é estratégico consiste em pensar na frente.  

Primeiro avaliar impactos e ameaças, depois sistematizar o que será feito, em quanto tempo, por quem e a que custo.

É durante esse processo que percebemos algo que parecia ser muito bom, mas na verdade não é tanto assim.

Muitas vezes é na fase do planejamento que nos damos conta que um ação não é viável e a decisão de não realizá-la evita equívocos e retrabalho.

Planejamento Estratégico é um investimento

Tempo é dinheiro e você não pode incorrer no erro de perder ambos quando quer o contrário, ter mais tempo e ganhar mais dinheiro.

Apesar de todos os benefícios que um bom planejamento traz, ele ainda é visto muito mais como um custo do que um investimento.

O que é um grande equívoco, pois sem planejamento, não há como enfrentar os imprevistos e as perdas são muito maiores.

O tempo investido em planejar, sempre será menor do que aquele de quando se age sem planejamento para conquistar o melhor resultado.

O resultado de desprezar a etapa do planejamento pode vir no curto ou longo prazo.

Entregas de trabalhos com atraso, clientes insatisfeitos com a qualidade de seus serviços, entre outras consequências podem, inclusive, afetar a imagem da empresa diante de seus consumidores.

É assim que a empresa literalmente “se queima”.

Em suma: a falta do hábito de planejar gera perdas muito maiores a ponto de  comprometer a gestão do seu negócio.

Deixe o trabalho do bombeiro para o bombeiro!

As empresas têm muito mais sucesso e reconhecimento quando os seus gestores conseguem romper com a cultura da falta de planejamento e assumem um papel muito mais de engenheiro do que bombeiro.

Criar o hábito de planejar, antes de sair fazendo é fundamental para uma organização e atingir suas metas e chegar aonde deseja.

Se planejar dá trabalho, “apagar incêndios” dá mais trabalho ainda. É uma questão cultural que pode ser superada com uso de tecnologias especializadas em planejamento.

O software de planejamento estratégico Scopi é uma delas. Ele é intuitivo e muito fácil de usar. Tem um passo a passo com vídeos tutoriais que ensinam a criar o planejamento e depois acompanhar toda a sua execução.

Acesse www.scopi.com.br e peça uma demonstração. Com o Scopi e um bom planejamento nunca mais você precisará apagar “incêndios” e “não vai correr o risco de se queimar”.

Marcos Kayser – CEO Scopi

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Planejamento Estratégico ou Gestão Estratégica?

22 de fevereiro de 2017 / Por

planejamento estratégico ou gestão

planejamento estratégico ou gestão

Esta é uma pergunta feita especialmente por gestores de micro e pequenas empresas.

Nas empresas maiores não há esta dúvida.

O que há é uma enorme dificuldade em implementar a segunda (Gestão Estratégica).

Mas antes de responder objetivamente, vamos entender o que significa e comporta uma e outra.

É bem provável que ao final da descrição de cada uma já teremos a resposta.

 

Planejamento estratégico ou gestão?

Tomando como base a Wikipédia,

Planejamento Estratégico é um processo gerencial que se refere à formulação de objetivos para a seleção de planos de ação e para sua execução, levando em conta as condições internas e externas à empresa e sua evolução esperada. É um processo envolvendo administradores de todos os níveis da organização, que formulam e implementam objetivos estratégicos. O planejamento estratégico prevê o futuro, em relação ao longo prazo. De uma forma genérica, consiste em saber o que deve ser executado e de que maneira deve ser executado, sendo crucial para o sucesso da organização e de responsabilidade sobretudo dos gestores.

 

A mesma Wikipédia diz que

Gestão Estratégica é um termo que se refere às técnicas de gestão, avaliação e ao conjunto de ferramentas respectivas (como software) concebidas para ajudar organizações privadas e públicas na tomada de decisões estratégicas e no alcance de seus objetivos. Para uma Gestão Estratégica ser implementada é fundamental que o gestor apresente dinamismo e tenha habilidade para organizar uma equipe com missão, visão e valores.

 

Assim, ficou fácil. Planejamento estratégico ou gestão estratégica são complementares.

Não se trata de um ou outro, mas de um e outro. Um depende do outro.

O planejamento não terá resultados sem uma boa gestão.

É muito comum as organizações elaborarem o planejamento estratégico e não conseguirem executá-lo por problema de gestão.

Os objetivos estratégicos, as metas, os planos de ações somente serão executados com qualidade e dentro do prazo estimado se houver mecanismo de controle, incluindo tecnologias que auxiliam em todo o monitoramento do planejamento.

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A Importância da Segunda-feira na Gestão Estratégica

9 de janeiro de 2017 / Por

Gestão Estratégica

Se você tem uma cultura de fé, uma religião, na qual você cumpre alguns ritos, domingo é um dia sagrado. A ida na missa, no culto, é um dever, uma profissão de fé. Sem esta participação, não há religião. Transportando para a cultura de uma gestão estratégica, implementada a partir de um planejamento estratégico, a segunda-feira é o dia sagrado da gestão.

Dia em que coordenadores avaliam o desempenho da sua equipe, se estão seguindo o que foi planejado e se estão conquistando suas metas devidamente mensuradas.

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3 Motivos que impedem o empresário brasileiro de planejar

17 de agosto de 2016 / Por

Na história dos atletas campeões, das empresas bem sucedidas e dos países desenvolvidos, o planejamento estratégico está sempre presente, o que nos faz constatar que o sucesso depende do ato de planejar. No Brasil, talvez por ser ainda um país jovem, percebemos a falta da cultura do planejamento, se compararmos com países considerados desenvolvidos. Esta falta de cultura do planejamento pode ser percebida tanto no setor privado como no setor público. Aqui, separamos 3 motivos que impedem a maioria dos empresários de planejarem:

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Os 5 maiores desafios dos empreendedores

26 de julho de 2016 / Por

Todo empreendedor, seja ele grande ou pequeno, enfrenta uma sequência interminável de desafios em seus negócios quase que diariamente. E se você acha que por serem donos  do seu próprio negócio os empreendedores conseguem parar e desfrutar do seu tempo, o cenário não é bem esse.

Quando parece que as coisas estão caminhando bem com a gestão de pessoas, surge uma crise financeira. Quando dinheiro já não é mais um problema, é regulada uma nova lei que modifica todo o setor em que o negócio atua. São tantos problemas que o empreendedor acaba gastando parte considerável do seu tempo tentando apagar incêndios e, por falta de foco e planejamento estratégico, acaba não dedicando tempo e atenção necessários para resolver seus maiores desafios. 

Foi pensando nisso que a Endeavor elaborou a Pesquisa Desafios dos Empreendedores Brasileiros, com o apoio da Neoway e coleta do Datafolha. Com base em um estudo com quase 1000 empreendedores brasileiros dos mais variados perfis,  o estudo mostra em quais áreas da empresa os empreendedores sentem mais dor.

Baixe o Relatório completo

Veja cinco dos dez desafios identificados pelo estudo:

1. Gestão de pessoas

Pessoas são consideradas o maior ativo que uma empresa pode ter. Não é à toa que gestão de pessoas teve nota 6,7 – numa escala de 1 a 10. Foi a maior média de dor entre o grupo de Empreendedores Gerais da pesquisa, segmento que representa a grande maioria dos empreendedores brasileiros.

Dentro de gestão de pessoas, a principal dificuldade apontada pelos empreendedores está na formação de lideranças para a empresa. E, pode parecer contraditório, mas quando perguntados sobre as boas práticas de gestão aplicadas no dia a dia do negócio, os empreendedores, dentre 11 opções, citaram “ações de desenvolvimento de lideranças” como a segunda ação menos utilizada nas suas empresas.