Planejar: uma questão de sobrevivência e disponibilidade

Quem não planeja, mais cedo ou mais tarde, vai se defrontar com situações indesejadas. Aquelas que colocam em risco nossos objetivos e sonhos. O planejamento, além de reduzir o retrabalho, ajuda a aumentar as chances de sucesso porque ajuda a prever riscos. No trabalho então, com a concorrência acirrada e com as mudanças rápidas que ocorrem no mercado, quem não está bem preparado vê o tempo se esgotar e o resultado minguar.

É preciso fazer um exercício de futurologia e tentar prever o futuro que começa amanhã, por mais difícil que seja, e, para isso, existem metodologias já consagradas. SWOT, BSC, PDCA, que não são mais siglas exclusividade das grandes corporações e organizações. Para planejar não é preciso nenhum pós doutorado. Não se questiona a validade de uma formação superior e especialização, mas com as informações hoje disponíveis na Internet, por exemplo, e com o instrumento da tecnologia da informação, é possível desenhar cenários prováveis e prevenir ações de proteção contra acontecimentos que podem inclusive ameaçar a sobrevivência de um negócio ou a integridade de uma entidade. Planejar então se torna uma questão de sobrevivência acessível a todos, bastando ter vontade, ou melhor, disponibilidade, já que vontade, a princípio, todos tem, na medida em que sabem da importância do planejamento. Disponibilidade é colocar a vontade em prática, arrumando o tempo, que num primeiro momento não se tem, para fazer o planejamento. Disponibilidade é não ficar só na vontade. O SCOPI (www.scopi.com.br) é um bom exemplo de ferramenta que ajuda a construir e colocar o planejamento em prática de forma simples e eficiente